Apesar de muito tentar, queria escrever um livro...
Aqui quem vos vai fala não sou eu, é apenas um de meus vários personagens.
lógica para a minha vida
tão sem-lógica? Uma coisa é certa, todos os meus “eu’s” são parte de mim.
Tenho amor,
e ódio por eles, como se fossem pessoas distintas, que me fazem criar dúvidas
sobre quem realmente eu sou.
Ao longo da
minha vida, que apesar de tudo é curta, parece que vivo centenas de anos em
apenas um dia, e no fim desse mesmo dia percebo que ainda nem quase um dia
vivi. E que por mais longos que sejam esses dias, sempre passam...
Nas nossas vidas, pelo menos na minha, Tem dias que dão razão para viver... Já tem outros que dão motivos para desistir dela. E depois que esses dias passem... Parece que tudo foi tão rápido... E esse ciclo vai seguindo, o tempo não para, mas a saudade, a vontade de está perto, aqueles sentimentos de prazer, ou até mesmo, os mais monstruoso, feito o medo, raiva, ódio, fazem as coisas pararem, e fazer um DEJAVOUR...
“Coisa”, essa que não tem razão, nem um real
significado essa palavra tem, Não tem ‘por que’, nem Português para explicar o
seu Significado, mas cada pessoa faz dela o que quiser, Todas as pessoas tem
uma “coisa”.
Essas
“Coisas”, às vezes, marcam mais do que as maiores programações que passamos
fazer, Fazem que com que o nosso grande arranjado de futilidades percam seus
valores... Aparecem do nada, e pelo mesmo “NADA” voltam a ficar na nossa
cabeça, mudando os sentidos de “coisas”.
Uma coisa é certa, o passado, que por mais distante, por mais no pretérito perfeito, e todas as conjugações no Português, sempre se consegue se fazer no presente, ele não escolhe hora, não escolhe lugar, apenas aparecem, e fazem esse modo de tempo tão irreal voltar ao presente, ao nosso cotidiano, mesmo sendo “passado”.
O senso de
humor nunca foi das melhores armas. Prefiro fazer rir, a mesmo rir, quando eu
ganho um sorriso, parece que eu ganhei o dia. Um Sorriso, por mais simples que
for, demonstro a felicidade. Felicidade, essa que por sua vez, não se tem como
explicar. Vivemos em busca dela, morremos por ela, matamos por ela,
entregamo-las significados fúteis.
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